quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ir para o trabalho em esquema intermodal: comboio da CP - bicicleta

No dia 9 de Setembro de 2014 experimentei ir de comboio para Lisboa.

Estava com algum receio, porque a minha anterior experiência com a CP (Comboios de Portugal) foi um pouco estranha: não era possível comprar o bilhete na bilheteira, mas sujeitar-me à boa vontade do revisor (de me deixar ou não entrar com a bicicleta para a composição) que me vendeu o bilhete.

Como tinha um amigo meu que já vinha nesse mesmo comboio, com a bicicleta dele, fui à confiança.

Cheguei com alguns minutos de antecedência (o horário de partida era às 7:00), com a Vitória

O relógio da estação, a marcar as 6:56

 A Vitória, aguardando pacientemente o comboio

A questão do bilhete ser vendido na composição, pelo revisor, não mudou nada. 

Julgo que não me cobrou mais do que a minha passagem, pela viagem de nós os dois: € 5,60 pela viagem de Torres Vedras a Sete Rios.

O bilhete da viagem

Fiquei muito bem impressionado pelo facto de a composição em causa ter um espaço próprio para o transporte das bicicletas! E mais ainda pelo facto de todos os 4 apoios das bicicletas estarem tomados por passageiros.

Imagem das quatro bicicletas (duas de BTT, uma dobrável e a Vitória)

Devo dizer que a viagem foi relativamente confortável (o frio da manhã fazia-se sentir numa carruagem que parecia não ter qualquer aquecimento), mas um pouco demorada demais para a minha rotina habitual: cerca de uma 1h20m de viagem. Pelo menos não foi necessário mudar de comboio. Saindo em Sete Rios, o caminho até ao escritório foi muito simples, pela Estrada da Luz. 

Quando comparado com a viagem de autocarro, o comboio ganha na praticabilidade (foi-me muito fácil colocar a bicicleta no comboio e, dentro deste, no compartimento destinado a esse fim). Julgo que em dias de chuva ganhará ainda mais em praticabilidade, porque no comboio é muito mais fácil retirar o equipamento de chuva (poncho ou impermeável) e pendurar a bicicleta no local adequado do que no autocarro (em que é necessário colocar a bicicleta no porão de carga e o espaço e tempo existentes para retirar o equipamento e colocar a bicicleta são todos fora do autocarro, onde, por vezes, está a chover...).

Ganha igualmente na paisagem que nos oferece (e na possibilidade de dormir durante mais tempo).

Ganha ainda, mas por muito pouco, na comparação directa do custo da viagem: paguei € 5,10 em vez dos € 6,05 do bilhete na Barraqueiro Oeste

Sucede que, quanto a este ponto específico, a CP não disponibiliza um passe mensal e a Barraqueiro Oeste tem um, para Lisboa, que se fica por € 134,85, o que dá um custo por viagem de € 3,06 (€ 134,85 / 22 dias úteis / ida e volta).

Se ganha relativamente à praticabilidade, perde quanto ao tempo de viagem, pois a viagem na Barraqueiro Oeste demora cerca de 45m (com 1h20m da viagem do comboio quase consigo ir a Lisboa e voltar de autocarro). Perde também quanto ao conforto da própria viagem, pois o autocarro está sempre climatizado (salvo alguma avaria esporádica) e o comboio não.



Se apreciou a presente mensagem e pretender ser informado da proxima, por favor não hesite em subscrever aqui o recebimento das actualizações por e-mail.



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Bicicleta de carga (também) como fonte de prazer em Família! - Pt II

No mesmo dia em que filmei o vídeo que partilhei na minha anterior mensagem (Bicicleta de carga (também) como fonte de prazer em Família! - Pt I), filmei a perspectiva contrária (noutra parte do percurso).

Aqui a perspectiva é da passageira da Xtracycle (como estava frio, o meu impermeável ficou a servir de casaco).


Acho que a moda do casaco largueirão vai pegar!


Se apreciou a presente mensagem e pretender ser informado da proxima, por favor não hesite em subscrever aqui o recebimento das actualizações por e-mail.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Bicicleta de carga (também) como fonte de prazer em Família! Pt I


Este verão consegui algum tempo para estar com a minha Mulher e os meus Filhos (em maiúsculas, por os amar tanto). Foi fantástico!

Consegui também recolher algumas imagens de um dos nossos passeios de bicicleta.

Eu próprio me surpreendi com a alegria que a câmara capturou!



Eu não consegui deixar de sorrir quando vi o vídeo pela primeira vez.
E vocês?

Caso estejam curiosos, a bicicleta que a minha Mulher está a utilizar é a mesma que utiliza para ir buscar os Miúdos à escola com o atrelado Croozer Kid2.


quarta-feira, 18 de junho de 2014

De bicicleta para o trabalho - para um lado de carro, para o outro de bicicleta; no dia seguinte, ao contrário

Como já tinha partilhado convosco há uns tempos, queria começar, e já comecei a vir mais vezes para o trabalho (ou a ir para casa) de bicicleta.

A minha ideia inicial foi a de experimentar a Surly Big Dummy do meu amigo Bruno que tem um kit Bionx, mas surgiu uma complicação (felizmente antes de ele ma emprestar) com o carregador.

Não posso, pois, contar com ela nos próximos tempos.

Então o que fiz foi: segunda de manhã trouxe a bicicleta de estrada (com pneus à prova de furo) e o equipamento no carro para o escritório e ontem à tarde fui de bicicleta para casa. Na terça de manhã fui de bicicleta para o escritório.

 Os pneus em causa são Schwalbe Marathon Plus com 25mm de largura (700 X 25C)

 Outra foto do mesmo pneu

Na minha opinião, estes pneus são um verdadeiro salto tecnológico no que toca a pneumáticos para viagens utilitárias ou de cicloturismo. Para além de uma carcaça bastante resistente, têm uma camada central de um composto que é à prova de furo.

Imagem do próprio site  da Schwalbe

Lá em casa temos várias bicicletas com pneus da Schwalbe (uns Big Apple na dobrável, uns Marathon de 26" na eléctrica, um Marathon Plus MTB na roda da frente da Xtracycle) e nunca tivemos qualquer furo em qualquer um deles. E cada um deles tem mais de 1.000 kms, uns em estradas com vidros, outros por terra batida com espinhos, etc.

Espero que estes também não me deixem ficar mal, pois eu não planeio andar com qualquer pneu ou câmara de ar suplente...

Este vídeo que aqui partilho é da própria marca, e passa por demonstrar que nem com um (nem 10) pionés, nem com vidros espalhados pelo chão eles se furam!


Haverá, certamente, quem já tenha furado pneus desta linha, mas eu nunca furei nenhum destes (já furei, infelizmente, muitos dos outros mais levezinhos), nem mesmo quando começam a ficar com o rasto mais gasto.

O reverso da medalha é que, como são pneus mais pesados, não rolam com a mesma facilidade dos outros mais leves (ou será da minha forma física estar muito em baixo?).



segunda-feira, 16 de junho de 2014

Barraqueiro Oeste - Óptimo serviço para os Clientes e mau na estrada para os restantes utilizadores? - PTE 2

Reportei-vos, na minha anterior mensagem, uma situação desagradável que me ocorreu, tendo ficado de vos actualizar relativamente à queixa que apresentei junto da empresa em causa.

Poucas horas após a queixa no website da empresa, recebi a seguinte resposta:

"Exmo Sr. Bruno ****

Informados que iremos averiguar a situação e proceder ás devidas providencias, para que situações semelhantes não se repitam.

Atentamente,
[Assinatura]"

Devo dizer que a rapidez da resposta foi boa. No entanto, o conteúdo da mesma foi um pouco vago.

Há, pelo menos, o reconhecimento por parte da empresa de que o comportamento como o que eu descrevi não se pode repetir, e a promessa de que irão proceder a averiguações para tomar medidas concretas sobre o assunto.

Enviei hoje novo e-mail a perguntar quais as medidas concretas tomadas.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Barraqueiro Oeste - Óptimo serviço para os Clientes e mau na estrada para os restantes utilizadores?

Aqueles que me conhecem sabem que eu não sou uma pessoa nada belicosa. Não gosto de conflitos.

O que hoje partilho convosco não é propriamente belicoso, mas é um pouco tenso: no outro dia, num passeio ao fim da tarde, um autocarro da empresa que eu utilizo e de que já fiz aqui  e aqui boa (justa) publicidade. O pior é que quando confrontei o condutor pela manobra perigosa ele teve uma atitude verdadeiramente desagradável.

Achei que valia a pena pugnar por uma melhor condução por parte dos condutores profissionais da Barraqueiro Oeste. Este foi o e-mail que eu enviei para a empresa em causa, através do respectivo website.

"Exmos.Srs.,
 
No dia 4 de Junho, cerca das 18:15, eu e a minha mulher seguíamos de bicicleta em Torres Vedras, na estrada nacional 8 (tendo entrado na Cidade pelo Catefica, e tendo já passado a rotunda que dá acesso à variante; no caminho da Directa Lisboa-Torres é a rotunda imediatamente anterior à paragem da Fundição), quando passou por nós a vossa viatura de matrícula 13-**-31. 
 
O referido autocarro ultrapassou-nos num local em que havia traço contínuo, sem abrandar a sua marcha e sem respeitar minimamente a distância regulamentar de segurança de 1,5 metros. Na verdade, o autocarro terá passado, no máximo a meio metro de ambos os velocípedes, a uma velocidade francamente superior a 50km/h (a qual, como é sabido de todos, corresponde ao limite de velocidade nas povoações). Para além disso, não passou totalmente para a via de trânsito à esquerda daquela em que nós circulávamos.
 
Tal condução violou, de uma só vez, uma série de regras, mas, para além disso, causou intenso perigo para nós, que com a deslocação do ar, com o ruído da passagem do autocarro e com a razia que nos foi feita, por pouco não caíamos ao chão.
 
Além de não ter respeitado a distância de segurança à ultrapassagem dos dois velocípedes, nem ter abrandado a marcha, nem ter passado completamente para a via de trânsito adjacente, tal como explícito nos Art.º 18 e Art.º 38, quando na paragem da Fundição lhe dissemos que tinha feito uma ultrapassagem perigosíssima, a única resposta que obtivemos foi "E eu não vi?!". 
 
Tendo-lhe referido que não cumprira a distância de segurança, que nos tinha assustado imenso com a sua condução e que, obviamente, atendendo à velocidade que trazia, nós não o tínhamos visto antes da referida ultrapassagem (apesar de ambos os velocípedes estarem equipados com espelhos retrovisores), novamente obtivemos uma resposta, no mínimo, mal educada: "Ah! Isso é outra coisa! Isso é outra coisa!". Como que não quisesse ser incomodado com a realidade impertinente.
 
Como seguramente saberão, as infracções praticadas são graves e são uma das principais causas de acidentes entre automóveis e velocípedes.
 
Tanto eu como a minha mulher somos utilizadores frequentes da vossa empresa há décadas, precisamente no percurso de Torres-Lisboa. Temos, em geral, uma opinião muito positiva do serviço prestado.
 
Por essa razão, foi com enorme desagrado que em vez de um pedido de desculpas pelo erro (pela infracção) cometido recebemos uma espécie de atirar de culpas para nós próprios, por estarmos a ocupar indevidamente a via.
 
Assim sendo, venho solicitar que a Barraqueiro Oeste, para além de exigir um maior civismo e educação da parte dos seus condutores - maxime, do condutor em causa -, os informe devidamente das alterações ao Código da Estrada que entraram em vigor a 1 de Janeiro de 2014, e os instrua de forma não se repetirem as infracções ocorridas, eventualmente com consequências trágicas para os envolvidos.
 
Agradeço que me informem atempadamente das medidas tomadas, afim de prevenir mais incidentes do género.
 
Atentamente,
 
Bruno ***"

Logo que tenha uma resposta da empresa partilhá-la-ei aqui.

Boas pedaladas.



PS: Se tiverem interesse, podem ver os meus vídeos no youtube aqui.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Utilização do automóvel / autocarro em conjunto com a bicicleta

Nos últimos tempos tem-me sido totalmente impossível actualizar o blog e, mesmo, utilizar a bicicleta no dia-a-dia.

A rotina do trabalho tornou-se de tal maneira absorvente, com horários tão imprevisíveis, que me vi forçado a andar com o carro da família para conseguir estar mais tempo no trabalho... e menos tempo no caminho...

No entanto, isto fez com que eu ganhasse uns bons 4 kg!

Vou tentar algo que já li em muitos blogs de internet, mas que não é muito utilizado entre nós (em Portugal): fazer o que é por vezes chamado de hybrid commute.

Consiste em fazer umas viagens de carro/autocarro e outras de bicicleta (é preciso ter presente que são 52 km para cada lado que não são assim muito planos...).

A semana seria, então, dividida da seguinte forma: na segunda-feira de manhã levo o carro, com a bicicleta em cima e com roupas de ciclismo e de trabalho, as primeiras para regressar a casa nesse dia de bicicleta e as segundas para vestir na terça-feira depois de chegar ao escritório de bicicleta de manhã; na terça-feira à tarde volto de carro para casa, utilizando também o carro na quarta-feira de manhã para ir para o trabalho. Aplica-se a mesma lógica até ao fim da semana.

Como me sinto em baixo de forma, sei que será difícil fazer as viagens, pelo que vou experimentar fazer a viagem com uma bicicleta com assistência eléctrica (que não é minha): uma Surly Big Dummy electrificada com um dos melhores kits de assistência eléctrica do mercado, o BionX!

Como alguns de vós já saberão, cá em casa já temos um kit desses na bicicleta da minha mulher, que usa para ir buscar os miúdos à escola, com o atrelado.

A bicicleta da minha mulher, com assistência eléctrica e com o atrelado
Croozer  Kid 2 que utilizamos para substituir o segundo carro (que não temos).
Uma criança no atrelado e outra no Weehoo iGo Pro.

Mas a bicicleta dela é demasiado pequena para mim e continua a ser necessária para ir buscar as crianças, por isso irei experimentar uma bicicleta mais ao meu tamanho.

Como podem ver aqui, eu já fiz a viagem de bicicleta uma vez. Demorei cerca de 1h50m, com uma média de 27.7km/h, mas foi com uma bicicleta de estrada, que é bem mais eficiente do que uma bicicleta de carga.
O vídeo está publicado no youtube, aqui.

Sei que a comparação não é exactamente científica, mas estou curioso para saber até que ponto é que a assistência eléctrica facilita.

Será que consigo fazer o percurso mais rápido com esta eléctrica?
Sentir-me-ei igualmente cansado?
Qual será a sensação geral da viagem? Veremos.

Conto fazer a viagem durante a próxima semana e conto publicar uma mensagem comparativa.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Xtracycle fun

Quem não se lembra de andar de bicicleta com um irmão ou amigo atrás na sua bicicleta?

Desde que tenho a o kit Xtracycle que a minha bicicleta ficou mais divertida; para mim e para os outros! 

Esta é a actual configuração da minha Xtracycle. O selim da Brooks (que está na dobrável) 
voltará a fazer parte deste conjunto, pois o conforto da suspensão dianteira, aliado à grande distância entre eixos e ao selim com molas fazem com que sinta que estou a planar em vez de andar de bicicleta!

Os Wide loaders (as plataformas em baixo) acrescentam algum peso ao conjunto, mas permitem que os passageiros habituais subam para o banco com muito mais facilidade. É como se tivessem um degrau intermédio para subir.

 O assento teve de ser bastante baixado, pelo que o guiador de apoio para o 
pendura acabou por ficar um pouco baixo de mais.

No nosso caso, esta Xtracycle e um kit Bionx para a da minha mulher, com o atrelado da Croozer, substituiram a necessidade de um segundo carro.

Bicicleta de passeio com o kit BionX e com um atrelado 
Croozer Kids 2 (para duas crianças).

Nesta festa de anos, decidimos ir de bicicleta os 4 em vez de irmos de carro. Assim que lá chegámos, as bicicletas não tiveram muito descanso...

sábado, 3 de maio de 2014

Manual do condutor de velocípede da ANSR

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária publicou recentemente o seu Manual do Condutor de Velocípede, o qual contem, entre outras coisas, as mais recentes alterações ao Código da Estrada e conselhos de utilização e de condução em segurança.

Pela qualidade e actualidade da informação que contem, partilho-o aqui, para todos os que possam ter interesse: Manual do Condutor de Velocípede da ANSR.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Radical Aero Narrow Seat Bag

Para poder transportar as minhas coisas pessoais (e muito mais) na bicicleta reclinada, pesquisei durante algum tempo os vários blogs e fóruns que fui encontrando pela net até me decidir por um modelo específico. 

Na verdade, poderia ter optado por colocar uma bagageira parecida com as da Bacchetta (que se pode ver no site bentupcycles.com) para usar os alforges que já tenho da Ortlieb

No entanto, esta solução acabaria por se revelar demasiado pesada e, quanto a mim, menos elegante e menos aerodinâmica.

Também poderia ter optado por alforges específicos para se prenderem ao assento, como os banana racer da Radical. Mas esta solução implicaria sempre a  utilização de dois alforges quando,  muitas das vezes,  o que se pretende é apenas transportar as coisas essenciais (alguma água, carteira,  kit anti furos, barras,  etc).

Decidi comprar um "Radical Aero Narrow Seat Bag", o qual se aplica directamente no banco.

No entanto, como no site do fabricante não havia praticamente fotografias nenhumas e eram de pouca qualidade, acabei por ter algumas dúvidas que não consegui resolver totalmente antes de o comprar. 

Tirei umas quantas fotografias para quem - querendo -, e caso tenha interesse, poder analisar antes de comprar.

Julgo que as fotografias são bastante descritivas, pelo que me escuso de as comentar.




















terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Movimento "Em transição" e Permacultura

Perdoem-me os leitores, pois não se trata de um assunto exclusivamente sobre bicicletas, apesar de o transporte sustentável ser, em alguns casos, feito com recurso às mesmas.

Existe uma forma de viver que me parece muitíssimo interessante e que tem vindo a ser progressivamente implementada e difundida  pelo movimento em transição (In transition, no original).

A ideia de que é possível manter uma comunidade maioritariamente auto-sustentável, com recurso, essencialmente, a ideias que não são novas mas que são muito fortes (como o apoio local, a criação de uma sustentação económica local, a preocupação com a qualidade de vida efectiva, o apoio dado pelos amigos e vizinhos, como a ideia de se voltar a ter alguma agricultura de subsistência de tipo comunitário, menor dependência do petróleo e seus derivados, maior utilização de meios de mobilidade suave, etc.).

Para além dos filmes In Transition e In Transition 2.0, existem várias iniciativas concretas implementadas em Portugal, como a Linda-a-Velha em transição (a qual conheço pessoalmente através de alguns amigos) e outros aqui referidos: http://permaculturaportugal.ning.com/groups.

Fica aqui, pois, a partilha daquelas ideias interessantes e esclarecedoras.