Mostrar mensagens com a etiqueta long distance riding. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta long distance riding. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Livro - "Changing Gears: A Family Odissey to the End of The World"

Sobre a Autora

Nancy Sathre-Vogel é, em primeiro lugar, uma mulher, em segundo lugar mãe (de gémeos), em terceiro lugar ex-professora de secundário e, em último lugar, e durante uns anos, cicloturista a tempo inteiro.

Faço esta hierarquização porque é esta a opinião com que fico depois de ler o seu livro "Changing Gears: A Family Odissey to the End of The World".

É também uma figura pública no cicloturismo, em grande parte devido ao extraordinário feito que relata no livro de que hoje vos falo.

Deixo-vos aqui algumas intervenções públicas de Nancy Sathre-Vogel.

Esta foi nas conferências Tedex



Esta foi num Ingnite


Sobre o Livro



Aquilo que eu gostei mais sobre o livro (que li em formato Kindle) foi a desmistificação do cicloturismo em família: uma família de 4 partiu do Alasca e terminou na Terra do Fogo, na Argentina. É, portanto, possível!

Ainda para mais, a família tinha dois gémeos que quando partiram tinham menos de 10 anos.

Perguntas como "como é que é possível suportar financeiramente a viagem?", "é preciso ser-se rico para poder fazer a viagem?", "onde dormiam?" e "o que comiam?" são respondidas de forma muito simples e despretenciosa.

Confesso que algumas preocupações (e orgulho ou admiração) de mãe são transpostas vezes demais para o livro. Mas isso é desculpável por ser perfeitamente compreensível: o que temos de mais precioso são os nossos filhos e é natural que numa aventura épica como a que a família Sathre-Vogel realizou nos deslumbre com a coragem dos nossos filhos e nos esmague com a preocupação de estarmos a fazer a escolha correcta ao partir num périplo como o deles.

Pensando melhor, lembrando-me de algumas peripécias que a Autora relata no livro (em que foi a intervenção benevolente de estranhos que os ajudou num momento de necessidade), talvez o que acabo de dizer não tenha sido justo: estar a escassos metros de um urso pardo adulto ou correr o risco de se acabar a comida ou a água numa autoestrada com centenas de quilómetros entre povoações pode ser realmente preocupante!

:)

Acho sinceramente que vale a pena a compra do livro e a leitura e penso que depois de o ler vão sentir que fazer cicloturismo em família, ainda que numa escala mais reduzida (em termos de tempo e distância), não só é possível, como cria laços tão profundos e puros entre pais e filhos (e entre os membros do casal) que se dirá que há um momento "antes do cicloturismo em família" e outro "depois do cicloturismo em família".

Como aperitivo da leitura do livro, deixo-vos aqui ainda mais dois vídeos, precisamente da viagem que é relatada no livro.



Boas leituras!


quarta-feira, 18 de junho de 2014

De bicicleta para o trabalho - para um lado de carro, para o outro de bicicleta; no dia seguinte, ao contrário

Como já tinha partilhado convosco há uns tempos, queria começar, e já comecei a vir mais vezes para o trabalho (ou a ir para casa) de bicicleta.

A minha ideia inicial foi a de experimentar a Surly Big Dummy do meu amigo Bruno que tem um kit Bionx, mas surgiu uma complicação (felizmente antes de ele ma emprestar) com o carregador.

Não posso, pois, contar com ela nos próximos tempos.

Então o que fiz foi: segunda de manhã trouxe a bicicleta de estrada (com pneus à prova de furo) e o equipamento no carro para o escritório e ontem à tarde fui de bicicleta para casa. Na terça de manhã fui de bicicleta para o escritório.

 Os pneus em causa são Schwalbe Marathon Plus com 25mm de largura (700 X 25C)

 Outra foto do mesmo pneu

Na minha opinião, estes pneus são um verdadeiro salto tecnológico no que toca a pneumáticos para viagens utilitárias ou de cicloturismo. Para além de uma carcaça bastante resistente, têm uma camada central de um composto que é à prova de furo.

Imagem do próprio site  da Schwalbe

Lá em casa temos várias bicicletas com pneus da Schwalbe (uns Big Apple na dobrável, uns Marathon de 26" na eléctrica, um Marathon Plus MTB na roda da frente da Xtracycle) e nunca tivemos qualquer furo em qualquer um deles. E cada um deles tem mais de 1.000 kms, uns em estradas com vidros, outros por terra batida com espinhos, etc.

Espero que estes também não me deixem ficar mal, pois eu não planeio andar com qualquer pneu ou câmara de ar suplente...

Este vídeo que aqui partilho é da própria marca, e passa por demonstrar que nem com um (nem 10) pionés, nem com vidros espalhados pelo chão eles se furam!


Haverá, certamente, quem já tenha furado pneus desta linha, mas eu nunca furei nenhum destes (já furei, infelizmente, muitos dos outros mais levezinhos), nem mesmo quando começam a ficar com o rasto mais gasto.

O reverso da medalha é que, como são pneus mais pesados, não rolam com a mesma facilidade dos outros mais leves (ou será da minha forma física estar muito em baixo?).



sábado, 18 de agosto de 2012

Velomobiles (II) - Quest


Desde há muito que admiro o Quest e há imensos dados e informações que queria partilhar. Contudo, na presente mensagem apenas descrevo de forma simples as suas melhores e piores características.

Começando pelas melhores características do Quest: o seu aspecto aerodinâmico e rápido, o equilíbrio que os engenheiros da Velomobiel.nl conseguiram alcançar entre performance, conforto e capacidade de ser utilizado em situações práticas do dia-a-dia.

Este Velomobiel tem, definitivamente, um efeito "eu quero um" que justifica o estrondoso sucesso que tem - tanto na Europa como nos Estados Unidos da América.


 
Quest
Imagem do Quest presente no site do fabricante Velomobiel.nl


Ao nível do aspecto o Quest tem umas linhas aerodinâmicas em que a forma de gota é bastante exacerbada, sendo muito longo (com 285 centímetros), pouco largo (com 76,5 cm) e bastante baixo (com 87 cm).

Ao contrário do Alleweder A4, que é praticamente todo feito em alumínio, o Quest é essencialmente composto por fibra de vidro (ou carbono, na versão Carbon) com alguns reforços em alumínio.

Esquema da estrutura do Quest retirada do sítio bicycles.net.au


O peso do Quest é ligeiramente superior ao do Alleweder A4, pesando 34,5kg, mas a sua eficácia aerodinâmica é superior, sendo em geral mais rápido do que aquele.

Para se ter uma ideia da eficácia aerodinâmica destes Velomobiles, um esforço equivalente a 100 watts o Quest pode atingir em linha recta uma velocidade de cerca de 34 km/h (numa bicicleta de estrada, na posição mais rebaixada, nos dropbars, o mesmo esforço permitiria uma velocidade de 27 km/h). Estes dados constam do estudo "The Velomobile as a Vehicle for More Sustainable Transportation" de Frederik Van De Walle.

Nas descidas, devido à aerodinâmica apurada, o Quest pode atingir velocidades vertiginosas. Veja-se o vídeo seguinte, em que são atingidos 116 km/h.

Para que se perceba como o Quest é rápido - mesmo por comparação com outros -  vejam com atenção do minuto 4:00 até ao 4:15 e notem como ultrapassa um outro velomobile que parece quase parado.

Vídeo de um Quest na Roll Over America (ou ROAM) a cerca de 116 km/h)

O conforto do Quest também costuma ser apontado pelos seus proprietários como uma das grandes vantagens desta máquina, que lhes permite fazer jornadas de mais de 200 km sem um esforço sobrehumano.

Tanto o Alleweder A4 como o Quest têm o desviador traseiro na posição tradicional de uma bicicleta (junto da roda traseira), pelo que é possível adaptar kits de assistência eléctrica como o BionX, o Crystalyte ou o Magic Pie.
 
 Um Kit da Bionx instalado no Go-one

 Um kit da Crsytalyte instalado no Go-one

 
Kit Magic Pie da Golden Motors Instalado numa bicicleta comum

A utilização de assistência eléctrica nos velomobiles é, no entanto, repudiada por muitos que consideram que esta só aumenta o peso do velomobile que, em regra, circula acima da velocidade limite da assistência eléctrica dos velocípedes: 25 km/h (cfr.o artigo 112.º, n.º 2, do Código da Estrada Português).

 Pessoalmente entendo que essa argumentação fará sentido em países muito planos e em deslocações que não tenham muitas paragens e arranques. No entanto, para percursos de e para o trabalho através de zonas montanhosas ou com muitas paragens (como é o caso do trajecto de Torres Vedras para Lisboa, ou o de Oeiras para Lisboa), a assistência eléctrica é fundamental para se poder acelerar sem esforço e, talvez ainda mais importante, para poder abrandar o velomobile nas descidas com a travagem regenerativa.

Uma outra boa característica do Quest é o grande espaço para  bagagem (cerca de 100 litros).

Vídeo demonstrativo da capacidade de bagagem e do tipo de acomodação para as compras
 (eu preferiria utilizar sacos para acomodar as compras mais pequenas)

Como pontos negativos, podemos  talvez indicar o preço e a brecagem reduzida (de cerca de 11 metros).

O preço desta máquina é substancialmente elevado, em particular se considerarmos a possibilidade de assistência eléctrica: o preço de venda do Quest já com luzes e bateria incluídos, mas sem os custos de envio, é de € 5.950,00 (IVA incluído); o preço da assistência eléctrica pode oscilar entre os € 800,00 e os € 2.000,00.




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Velomobiles - Alleweder A4

Quando referi as bicicletas reclinadas apenas referi que elas podem ser muito diferentes umas das outras.

 O "mundo" da bicicletas reclinadas é, no entanto, mais amplo do que o termo "bicicleta reclinada" pode dar a entender.

Desde logo por também poder incluir triciclos reclinados como os KMX ou os ICE.

Pode incluir também algo que na sua essência é um triciclo reclinado, mas que tem (ou antes, pode ter) suspensão integral e uma carenagem (ou cobertura) aerodinâmica que lhes permite rolar enormes distâncias e a velocidades elevadas: o Velomobile.

Os  Velomobiles são utilizados principal e essencialmente para fazer deslocações pendulares para o trabalho em quaisquer condições climatéricas. É comum referir-se que pelo respectivo conforto e velocidade se situam entre o automóvel e a bicicleta, pois são mais rápidos e confortáveis do que esta e mais lentos do que os automóveis (na estrada e não necessariamente no percurso a realizar).


Em Portugal - que não prima pela planície - é (muito) discutível se estes triciclos reclinados são efectivamente mais rápidos do que uma bicicleta leve de estrada, pois apesar de conseguirem rolar facilmente acima dos 40 km/h em plano (com ou sem vento frontal), perdem muito tempo a fazer as subidas.

Estou em crer que o mix vencedor será um Velomobile com assistência eléctrica.

Há muitos Velomobiles diferentes pelo que uma única mensagem que os abrangesse a todos seria ou muito longa (e, logo, aborrecida de ler) ou muito pobre.


Nessa medida, é mais adequado apresentar um Velomobile de cada vez e é  ao veterano Alleweder A4 que cabe a honra começar.

O nome Alleweder tem origem no holandês que pretende significar uma utilização perante quaisquer condições atmosféricas.

Alleweder A4 actualmente vendido pela Alligt.nl


Este Velomobile foi primeiro criado no final da década de 80 por Bart Verhees e foi comercializado pela Flevobike de 1992 a 2000.

O Alleweder A4 é todo feito em alumínio e tem suspensão nas 3 rodas que são todas de 20 polegadas.

Os travões de tambor que tem são adaptados a territórios planos e húmidos, tendo uma manutenção muito baixa mas podendo aquecer perigosamente num território com uma orografia como a nossa.

É que os Velomobiles, por serem aerodinâmicos e relativamente pesados (este pesa cerca de 34 kg com as luzes e respectiva bateria já incluídos) ganham velocidades muito elevadas em inclinações acentuadas e, consequentemente, os travões de tambor que têm acabam por sobreaquecer e perder eficiência.

Numa descida prolongada alguns Velomobiles podem atingir velocidades superiores a 100 km/h, pelo que para os poder parar são necessários travões muito potentes.


Há mesmo quem utilize "mini-para-quedas" para abrandar os seus Velomobiles nas zonas montanhosas. Este vídeo que aqui partilho é de um outro Velomobile de 2 +1 pessoas, o DuoQuest que (infelizmente) não é nem nunca chegou a ser comercializado. Acreditem, eu perguntei...

Neste vídeo, em que o DuoQuest tem um para-quedas. 
A pessoa que filma vai numa bicicleta reclinada dupla a pedalar virado para trás: 
uma back-to-back tandem



De acordo com a informação que a Alligt.nl tem no seu site, o Alleweder A4 pode ser comprado em kit para se montar por desde € 2.845,00 ou já montado pela Alligt.nl por desde € 3.995,00 (os preços indicados já incluem o IVA mas não os portes de envio).

Montar o kit é uma coisa trabalhosa e na minha opinião tem muito por onde correr mal. Para que se perceba melhor o que quero dizer, veja-se o seguinte vídeo:

 
Montagem do kit do Alleweder A4

Este é um Velomobile que, apesar do seu design um pouco fora de moda e de uma aerodinâmica pouco apurada (por comparação com os seus concorrentes), tem muitos apreciadores e tem alguma receptividade no mercado de usados.

Talvez o preço (cerca de € 2.000,00 mais barato do que outros, como o Quest ou o Mango) explique o sucesso do Alleweder A4.



segunda-feira, 18 de junho de 2012

Bicicletas reclinadas...

As bicicletas de que mais gosto são as reclinadas: são mais confortáveis, mais aerodinâmicas e permitem fazer grandes distâncias com pouco mal estar (pulsos, ombros, pescoço, etc.).

As bicicletas reclinadas são imensamente variadas e praticamente impossíveis de classificar. 

Pelas características distintivas do quadro, do comportamento, do peso e dos fins a que se destinam são normalmente "classificadas" em dois tipos: com uma distância entre eixos curta (short wheelbase, ou SWB) e com uma grande distância entre eixos (long wheelbase, ou LWB).


Um exemplo de uma bicicleta reclinada LWB, a Sun EZ

As reclinadas LWB são normalmente mais confortáveis do que as SWB (e incomparavelmente mais confortáveis do que qualquer bicicleta comum) e mais fáceis de aprender a "conduzir", porque a maior distância entre as rodas as torna mais estáveis e permite uma maior absorção das irregularidades do terreno e porque têm os pedais a um nível inferior ao do assento e bastante mais próximo do solo.

 

As reclinadas SWB têm uma maior curva de aprendizagem mais longa, são menos práticas e mais nervosas mas compensam com uma velocidade mais elevada, quer nas subidas, quer em terreno plano. Nas descidas são ambas, por via de regra, muito mais rápidas do que uma bicicleta comum.

Um exemplo de uma bicicleta reclinada SWB, a Baccheta Strada

Qualquer tipo de bicicleta reclinada permite, pela sua posição, desfrutar amplamente a paisagem e, consequentemente o passeio (ou corrida): a posição é ergonómica - a cabeça está direita em vez de ir a fitar a roda da frente da própria bicicleta ou um ou dois metros mais à frente; o peso do corpo é distribuído por todo o assento - não se limita a sobrecarregar um triângulo de pouco mais de 15 cm2; e os braços apenas guiam - não suportam o peso de qualquer parte do corpo.

Apesar de os músculos utilizados numa bicicleta reclinada não serem os mesmos que utilizamos nas bicicletas mais comuns (de quadro em diamante) e de, por isso mesmo, a transição de uma bicicleta comum para uma reclinada não implicar geralmente um aumento da velocidade média do ciclista, a mudança de uma bicicleta para outra é como aprender a andar de bicicleta outra vez! Só que é muito mais divertido!


Na verdade eu - que nunca tinha ultrapassado a barreira dos 100km numa única volta, em qualquer tipo de bicicleta - fiz em Janeiro de 2012 uma prova Audace com a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), com cerca de 128km de percurso, e consegui chegar ao fim sem cansaço de maior e, mais importante, sem qualquer tipo de dor nos pulsos, pescoço, ombros, ou outras partes do corpo geralmente massacradas com o selim. Em termos de tempo, fiquei a meio da tabela.

 A minha bicicleta está lá atrás, por detrás dos dois ciclistas.

De partida, no mesmo (único) posto de controlo.


Nesta altura, a bicicleta tinha rodas de 26" (rodas típicas de montanha, ou BTT), uma bagageira, levei muita tralha comigo e o conjunto pesava cerca de 19,5kg, com as ferramentas e tudo!

Essa bicicleta reclinada, que tenho estado a (tentar) desenvolver, pode ser considerada como uma SWB e, posso atestar, é possível rolar com estas bicicletas, com um esforço moderado (~150-160W), a cerca de 33km/h em terreno plano. Em sprint só me foi possível rodar a 46km/h, mas ainda tenho de fazer muitos quilómetros até ter a musculatura toda desenvolvida.

Confesso que me divirto ao ultrapassar alguns ciclistas que vão nas suas bicicletas de 9kg e que não conseguem acompanhar o ritmo... Se eles soubessem que não é do ciclista, mas da bicicleta!

Entretanto, aquela bicicleta já evoluiu e está agora na sua versão 2.1, mais leve, mais aerodinâmica e, quanto a mim, mais bonita.

 Com rodas de estrada (700C), mas ainda com a transmissão de BTT, 
para permitir uma maior amplitude de mudanças
(ainda me falta força nos músculos certos)

 Um exemplo da posição em pleno andamento.

O peso não está tão baixo como eu gostaria (pesa 16,3 kg com os pedais), mas ainda é um protótipo e tem muitas peças que não serão as definitivas e que se destinam a aperfeiçoar o conceito e as soluções (work in progress).

Com todos os acessórios montados (apoio para luz à frente, luzes à frente e atrás, suporte de garrafa, gps e ciclocomputador e seus apoios, protecção de corrente quase integral, espelho retrovisor, e um saco atrás do banco), não está particularmente pesada, com cerca de 17,2 kg.

Se pensarmos bem, para uma primeira experiência de bicicleta reclinada sem qualquer peça em carbono, ou alumínio (à excepção do garfo da roda da frente, que é em alumínio) não está excessivamente pesada: a Nazca Gaucho, que é uma bicicleta conceituada, pesa cerca de 15,5 kg em ordem de marcha. Ou seja, pesa menos 0,8kg do que a minha.

Do meu conhecimento, em Lisboa, a Cenas a Pedal é a única empresa que aluga uma bicicleta reclinada e que as tem à venda. Mas podem sempre procurar encontrar outras empresas e experimentar outras bicicletas reclinadas, algo que os mais versados nas bicicletas reclinadas sempre aconselham nos seus blogs e vídeos.

Deixo a provocação: assim que começarem a andar de reclinada não vão voltar atrás (once you go 'bent you'll never go back). Eu já não penso em comprar uma bicicleta de estrada.