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quarta-feira, 18 de junho de 2014

De bicicleta para o trabalho - para um lado de carro, para o outro de bicicleta; no dia seguinte, ao contrário

Como já tinha partilhado convosco há uns tempos, queria começar, e já comecei a vir mais vezes para o trabalho (ou a ir para casa) de bicicleta.

A minha ideia inicial foi a de experimentar a Surly Big Dummy do meu amigo Bruno que tem um kit Bionx, mas surgiu uma complicação (felizmente antes de ele ma emprestar) com o carregador.

Não posso, pois, contar com ela nos próximos tempos.

Então o que fiz foi: segunda de manhã trouxe a bicicleta de estrada (com pneus à prova de furo) e o equipamento no carro para o escritório e ontem à tarde fui de bicicleta para casa. Na terça de manhã fui de bicicleta para o escritório.

 Os pneus em causa são Schwalbe Marathon Plus com 25mm de largura (700 X 25C)

 Outra foto do mesmo pneu

Na minha opinião, estes pneus são um verdadeiro salto tecnológico no que toca a pneumáticos para viagens utilitárias ou de cicloturismo. Para além de uma carcaça bastante resistente, têm uma camada central de um composto que é à prova de furo.

Imagem do próprio site  da Schwalbe

Lá em casa temos várias bicicletas com pneus da Schwalbe (uns Big Apple na dobrável, uns Marathon de 26" na eléctrica, um Marathon Plus MTB na roda da frente da Xtracycle) e nunca tivemos qualquer furo em qualquer um deles. E cada um deles tem mais de 1.000 kms, uns em estradas com vidros, outros por terra batida com espinhos, etc.

Espero que estes também não me deixem ficar mal, pois eu não planeio andar com qualquer pneu ou câmara de ar suplente...

Este vídeo que aqui partilho é da própria marca, e passa por demonstrar que nem com um (nem 10) pionés, nem com vidros espalhados pelo chão eles se furam!


Haverá, certamente, quem já tenha furado pneus desta linha, mas eu nunca furei nenhum destes (já furei, infelizmente, muitos dos outros mais levezinhos), nem mesmo quando começam a ficar com o rasto mais gasto.

O reverso da medalha é que, como são pneus mais pesados, não rolam com a mesma facilidade dos outros mais leves (ou será da minha forma física estar muito em baixo?).



quinta-feira, 22 de maio de 2014

Utilização do automóvel / autocarro em conjunto com a bicicleta

Nos últimos tempos tem-me sido totalmente impossível actualizar o blog e, mesmo, utilizar a bicicleta no dia-a-dia.

A rotina do trabalho tornou-se de tal maneira absorvente, com horários tão imprevisíveis, que me vi forçado a andar com o carro da família para conseguir estar mais tempo no trabalho... e menos tempo no caminho...

No entanto, isto fez com que eu ganhasse uns bons 4 kg!

Vou tentar algo que já li em muitos blogs de internet, mas que não é muito utilizado entre nós (em Portugal): fazer o que é por vezes chamado de hybrid commute.

Consiste em fazer umas viagens de carro/autocarro e outras de bicicleta (é preciso ter presente que são 52 km para cada lado que não são assim muito planos...).

A semana seria, então, dividida da seguinte forma: na segunda-feira de manhã levo o carro, com a bicicleta em cima e com roupas de ciclismo e de trabalho, as primeiras para regressar a casa nesse dia de bicicleta e as segundas para vestir na terça-feira depois de chegar ao escritório de bicicleta de manhã; na terça-feira à tarde volto de carro para casa, utilizando também o carro na quarta-feira de manhã para ir para o trabalho. Aplica-se a mesma lógica até ao fim da semana.

Como me sinto em baixo de forma, sei que será difícil fazer as viagens, pelo que vou experimentar fazer a viagem com uma bicicleta com assistência eléctrica (que não é minha): uma Surly Big Dummy electrificada com um dos melhores kits de assistência eléctrica do mercado, o BionX!

Como alguns de vós já saberão, cá em casa já temos um kit desses na bicicleta da minha mulher, que usa para ir buscar os miúdos à escola, com o atrelado.

A bicicleta da minha mulher, com assistência eléctrica e com o atrelado
Croozer  Kid 2 que utilizamos para substituir o segundo carro (que não temos).
Uma criança no atrelado e outra no Weehoo iGo Pro.

Mas a bicicleta dela é demasiado pequena para mim e continua a ser necessária para ir buscar as crianças, por isso irei experimentar uma bicicleta mais ao meu tamanho.

Como podem ver aqui, eu já fiz a viagem de bicicleta uma vez. Demorei cerca de 1h50m, com uma média de 27.7km/h, mas foi com uma bicicleta de estrada, que é bem mais eficiente do que uma bicicleta de carga.
O vídeo está publicado no youtube, aqui.

Sei que a comparação não é exactamente científica, mas estou curioso para saber até que ponto é que a assistência eléctrica facilita.

Será que consigo fazer o percurso mais rápido com esta eléctrica?
Sentir-me-ei igualmente cansado?
Qual será a sensação geral da viagem? Veremos.

Conto fazer a viagem durante a próxima semana e conto publicar uma mensagem comparativa.


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Um teste para os dias de greve geral?

Há uns dias vim para o trabalho de bicicleta. Foram cerca de 52 km em um pouco menos de duas horas.

Considerando que há partes do percurso em que não se pode andar livremente e que ainda me esperava um dia inteiro de trabalho, acho que consegui um bom equilíbrio entre rapidez e esforço. A média do GPS foi de 27,7 km/h, se não estou equivocado.



Para não aborrecer ninguém, editei o vídeo para oito vezes mais rápido e ficou tudo compactado em cerca de 15 minutos.

Alguém se quer juntar a mim para uma próxima ida para Lisboa de bicicleta?

terça-feira, 9 de julho de 2013

Algumas fotos da Vitus 979 montada pela Montico

Na sequência da minha anterior mensagem, a qual tinha bastante texto mas apenas duas fotografias da Vitus 979, incluo aqui mais umas quantas tiradas há pouco, com um telemóvel já antigo (o que explica a parca definição das fotos).
O quadro em alumínio é extremamente leve. 
Os pedais não são de estrada... São uns Eggbeater1 de montanha (é quase um sacrilégio, eu sei; 
mas são bastante leves e eu já os tinha).

 O travão da frente não é o que vinha com a bicicleta, 
porque a esse faltava-lhe alguma mordacidade.

 Uma perspectiva mais afastada, para se poder ver o aspecto geral.

 Este parafuso de aperto do espigão é um dos traços distintivos 
desta versão (MKII) em relação à primeira e original (MKI).

O autocolante original que identificava os componentes de topo de gama (da altura), 
a versão 600 EX da Shimano, que equipam esta Vitus 979.

 Mantive o movimento pedaleiro, e os pratos (52-42) Shimano 600 EX.

 O autocolante Vitus 979 Duralinox original.


 Mantive o travão traseiro original; os autocolantes da Montico, 
que terá feito a montagem inicial da bicicleta.
O pneu já precisa de ser mudado, acho eu...

O selim não é original... Foi aquele que comprei usado 
ao meu amigo Luís Durão.